Natal… dezembro 15, 2010
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Natal…cores luzes árvores repletas de esperanças e alegrias das nossas crianças..eu digo, a nossa mesmo! é tempo de lembrar de todos aos redor da mesa..do cheiro bom de comida no forno!
assim também é “O Pão Nosso de Cada Dia“, através dos bolos e dos pães, relembrar doces momentos…
FELIZ NATAL a todos!!!
dezembro 14, 2010
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Natal…cores luzes árvores repletas de esperanças e alegrias das nossas crianças..eu digo, a nossa mesmo! é tempo de lembrar de todos aos redor da mesa..do cheiro bom de comida no forno!
assim também é “O Pão Nosso de Cada Dia”, através dos bolos e dos pães, relembrar doces momentos…
FELIZ NATAL a todos!!!
A conversa com o vidraceiro outubro 7, 2008
Posted by wittybread in Olhar interno, Uncategorized.Tags: reconstrução positiva, visão de mundo; o dinheiro; luz e escuridão
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Meu vidro do carro está quebrado… hum! Complicado.
Não estamos achando as peças, mas entre uma espera e outra para se chegar a essa conclusão fiquei conversando com Valdemir, o ser humano que estava tentando salvar meu vidro.
E de repente eu vi que tinha que salvar nossa conversa na pasta do Windows chamada “Plano de Ascensão”.
Tudo começou quando ele perguntou se eu trocava R$ 20,00 e eu disse que não! E foi aí a oportunidade de ouvi-lo e trocar idéias a respeito do dinheiro no mundo, interno e externo.
Na verdade ele, aliás, como quase toda a população, só sabia falar do externo, da política do governo, do assalariado e eu, tentando fazê-lo olhar para a mesma coisa, mas do outro lado, o lado mais iluminado que toda situação tem.
Tentamos pensar juntos sobre as pessoas que ganham a mesma coisa que nós, mas tem sua vida financeira absolutamente em Ordem. E foi aí que falei sobre crenças, padrões de comportamentos repetitivos e do quanto a ordem hoje é de observar-se para obter novas escolhas e, que elas venham colaborar em nossa vida de modo muito positivo.
Valdemir parou de mexer com a graxa do vidro e arregalou seus olhos enormes sem os óculos, pois eles estavam segurando a cabeça.
Mesmo assim, ele foi enfático em discordar de tudo o que eu estava falando e, digo mais, disse não acreditar mais na humanidade.
“Tsc tsc…ela não tem jeito mesmo” assim disse Valdemir, pois foi então que eu entrei com o discurso camuflado do que vem a ser Ascensão: meu querido, ai que você se engana, temos que pensar, porque cada vez que tem um movimento muito forte da Escuridão, você pode ter a certeza de que Já houve um movimento mais forte ainda da Luz.
E é nisso que temos que vibrar, é essa freqüência que temos que nos manter pra que muitas pessoas possam emanar de si, de suas ações esse mesmo pensamento. Só isso pode modificar o que anda acontecendo de negatividade ao nosso redor.
Muitas pessoas, ao mesmo tempo, em lugares diferentes pensando só no Bem, na Paz, na Abundância. Falando consigo mesmo e com as outras pessoas só em coisas boas, mesmo que seja um esforço vai fazer a diferença.
Pode não ser o que esteja acontecendo na vida daquela pessoa, mas é essa a verdade que mora em seu coração, é o desejo mais profundo da sua Alma.
E muitas ALMAS unidas em pensamentos de reconstrução positiva, mesmo que não se conheçam, é a força que o planeta precisa para ascender, evoluir, mudar de freqüência vibratória e uma nova realidade chegar para ser vivida.
E você? Está fazendo a sua parte? Como?
Limpeza para realizar colheitas. outubro 6, 2008
Posted by wittybread in Olhar interno.Tags: Limpeza interior; olhar interno.
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Faço parte de vários grupos espiritualistas onde circulam várias (e diversificadas) mensagens sobre o novo momento planetário. As mensagens falam muito de mudar a si mesmo primeiro como forma de resolver incompreensões e tristezas com que convivemos diariamente.
Os dramas com que convivemos originam-se de padrões de comportamentos que, de modo automático, nos colocam em situações que sem saída. Tenta-se de tudo: meditar, orar, dançar, chorar e o próprio silenciar.
Não sabemos qual, mas uma destas tentativas é bem sucedida e nos ajuda a fazer a reconexão. Reencontramos, de repente, algo bom, confiável e saudável dentro da gente, que é onde tudo começa, onde tudo termina. Reconhecemos que são partes nossas e, o melhor ainda, partes sábias, que apontam o norte interior (e como conseqüência nossas escolhas exteriores).
Encarar o drama pessoal não é nada fácil e nem gostoso mas, necessário. É o que contribui para efetivamente resolvermos situações e realizar colheitas satisfatórias.Recolher sonhos, sejam eles quais forem, de qualquer parte de nossa vida.
É o que você quer? É o que você precisa? Como anda sua persistência, sua disciplina? Como anda sua vontade de ser livre e feliz de novo?Estas reflexões me inspiraram a criar o Pão da Colheita, feito com pólen de flores.Uni sabor e leveza, como meio de observar-me junto aos dramas. Vivenciar com sutileza e profundidade um caminho de desapego e liberdade. Coragem pessoal.
Obs. Para quem quiser conhecer o Pão da Colheita, peça o folder do PãoNossodeCadaDia.
Liberar apegos. Unir mãos e corações. outubro 6, 2008
Posted by wittybread in o sentido dos pães.Tags: liberdade; desapego
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“Quem insistir em manter seus apegos ao passado, não irá a lugar nenhum rapidamente, e se esta é a sua escolha, bem então é claro que, independente disto, nós o amamos muito. A verdade da questão é que, no fundo do seu espírito, você pediu por esta mensagem, seu Eu Superior e Autêntico criou uma oportunidade para você ouvir um outro aspecto da verdade e poder começar a formular idéias que não são necessariamente baseadas na conglomeração de informações, mas naquilo que não está necessariamente contido na caixa das normas previsíveis da sociedade. E você vai começar a perceber que deu um passo para fora da consciência limitada e entrou numa realidade extraordinária de novas oportunidades.
Os Antigos trabalharam muito intimamente com vários dos aspectos invisíveis da vida. Estas virtudes, se puder chamá-las assim, são as chaves que abrem a porta da prisão da vida humana. Os seres humanos não estão fadados a ficar presos no labirinto das expectativas criativas do ego e das projeções da vida. Vocês dominaram o mundo do velho paradigma. E desculpem-me se me repito, vocês já ouviram isto, mas isto ainda não foi digerido no nível em que deveria ter sido para que um número maior de almas pudesse ultrapassá-lo. Uma das razões pelas quais estamos insistindo nisto é que não há muito tempo. E não estamos falando isto para causar pânico, mas para que entendam que o momento é agora, amanhã é amanhã, mas o que vocês têm agora, vocês não terão nunca mais.
Há algum tempo atrás, transmiti uma mensagem apresentando a idéia de liberar tudo que vocês sabem. Muitos ficaram horrorizados com essa idéia! A razão disto é que ela desafia o ego a liberar todos os apegos que criaram as zonas de conforto da familiaridade. O fato de alguém se sentir confortável dentro de uma área da sua vida, não significa necessariamente que ela seja a que lhe oferece maior suporte. O desafio de cada um de vocês agora é ter a coragem de olhar para a sua própria vida, entrar na verdadeira energia da sua vida, senti-la, observá-la e tomar decisões.”
É dessa massa que meu coração é feito, se revela e partilha com todos vocês. Um MUNDO MELHOR, dentro e fora, através do Pão. Unir ingredientes, integrar com a força das mãos através da energia do coração. A massa se apresenta e NASCE o PÃO nosso de cada dia.
Abraços amorosos a todos.
Obs. Se desejar, envie uma mensagem com seu email que lhe mando o texto completo traduzido e fonte.
Fonte: ilustração www.jefflindsay.com.
A magia divina do pão ou o pão da magia divina? setembro 29, 2008
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Algo aconteceu comigo nessa Primavera, especificamente no sábado à noite em uma meditação que tinha a intenção de Celebração e harmonização nesse “novo” momento na Terra.
Sei que foi ali, junto às flores dispostas no centro da roda, que eu reverenciei esse Pão na minha vida.
Entendi que eu estou à serviço Dele, que Ele tem vida própria… que, a partir de então, mais do que nunca, eu o obedeço e sigo seus passos. Seus caminhos buscam pessoas que estejam precisando da sua composição sagrada.
E foi o que aconteceu no supermercado, nesse domingo.
O Pão me colocou no lugar certo, na hora certa: uma senhora, de uns 60 anos, procurava o pão que sua avó fazia e que, há 3 dias, lhe vinha em sonhos e, com isso, o desejo dessa criança-mulher só aumentava.
E foi nessa hora que eu passei e conversando com ela, soube do que se passava e lhe expliquei que tipo de pão era aquele que, tão delicioso, ficou em sua lembrança. Ela ficou muito agradecida por entender do que era feito o pão, como ela poderia encontrá-lo. Eu entendi (e me emocionei muito pela beleza da vida em nos amparar!) que é essa a função, a missão do O Pão Nosso de Cada Dia! Solucionei a angústia da senhora e ela solucionou, dentro de mim, a clareza de uma missão. Com o pão.
obrigada obrigada obrigada
Amém
Que por si só se cumpre!
Toque enquanto lê sobre um novo ciclo desta semana. setembro 29, 2008
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Um post de Jorge Bastos Garcia (ver blog ao final) nos lembra de um ciclo importante que agora começa: o novo ano cabalista. Permita-se. Leia comigo e se inspire com o tema deste ano: compartilhar.
Nesta segunda-feira à noite, 29 de setembro de 2008, estaremos celebrando o início do novo ano cabalista. É um momento muito especial, um fenômeno astrológico marcado pela lua nova de Libra e que influencia toda a humanidade.
Acompanhando o texto da Torá, veremos que, neste momento, Moisés está se despedindo de seu povo e entregando a liderança nas mãos de Josué. Após cumprir sua elevada missão, estará sumindo de cena o mais humilde dos personagens da Torá. Moisés deixa-nos uma última lição a respeito de nossa impermanência no mundo físico.
Cada ano, no calendário cabalístico, tem relação com um tema da Árvore da Vida. A palavra chave deste ano (Chessed) é: Compartilhar. Inspiremo-nos na figura de Moisés, que dedicou a sua existência a guiar os que caminhavam ao seu lado, e procuremos levar o que temos de melhor para todos à nossa Volta.
Que nesta semana, e em todo o novo ano que se inicia, possamos sair do isolamento, romper com as cascas do aparente, e levar algo de muito bom ao mundo: nosso entusiasmo e alegria.
Ref. Blog www.sintoniasaintgermain.blogger.com.br.
Os quatro elementos em nossa vida e em nosso alimento. setembro 9, 2008
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500 anos antes do nascimento de Cristo, o filósofo Empédocles, raciocinando sobre como era o mundo formado, concebeu a teoria dos quatro elementos que definia ser a natureza composta de átomos, partículas incontáveis dos quatro elementos terra, ar, fogo, e água. Aristóteles veio e tornou esta linha de pensamento ainda mais abrangente, dizendo que os princípios básicos da natureza eram abstratos: quente, seco, frio e úmido que, combinados, formariam os elementos fundamentais referidos por Empédocles. A estes princípios e elementos, os alquimistas agregaram os conceitos de refractabilidade ou fixidez no fogo (sal), combustibilidade (enxofre) e liquidez (mercúrio), criando a base para se proceder a misturas que levariam à pedra filosofal, a pedra da filosofia de Arquimedes. No taoísmo, os chineses classificam os elementos da natureza em cinco tipos: metal, madeira, terra, água, fogo. Quem trabalha com Feng-Shui conhece bem isto.
Se olharmos com distanciamento todo este conhecimento e intuirmos a energia do mundo hoje, veremos que estamos convidados hoje a integrar tudo isto em uma experiência interna para, depois, manifestarmos o resultado externamente. Talvez possamos até dizer que estas classificações tinham muito do masculino, mental, lógico e que, agora, quando o feminino ganha o espaço do mundo moderno, temos que ser menos lógicos e mais inclusivos, fazendo a alquimia deste conhecimento em nosso próprio interno. E depois ativarmos as células de nosso corpo e, externamente, manifestarmos esta inclusividade em ações e palavras de aconchego, aceitação, inclusão.
O alimento que tomamos é preparado e produzido no mesmo vórtice. Não é possível fazer um pão, como se fosse a pura soma de ingredientes, preparados em processo específico. Ali se mesclam, também, nossas emoções, nossa intuição, nossa intenção, nosso amor, enquanto o fogo, o ar, a água fazem sua própria alquimia. Nossa alma, acionada do cosmo, invade e cura nosso coração, ampliando-se em alquimia com o alimento, que receba e exponencia a energia, em uma geometria sagrada que chega à Terra e nela ganha o sentido da vida física. Física e metafísica se integram e se aliam. Cura total. Não mais a separação, porém o amor, a integração, o somos somente um.
Assim vejo o trabalho simples e sagrado de preparar o pão.
Trança de chocolate. setembro 8, 2008
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Voltei de um retiro na Cantareira, lá no ITA da Tanya Ramalho, e lá, neste local de descanso e trabalho, fui presenteada com a energia de Magnifield Healing. Este conceito de cura também está presente nos pães. Neste retiro, entendi um pouco mais do que faço, intuitivamente. Como um novo fermento na massa.
A vida é o sagrado em tudo, um sagrado do qual nos distanciamos mas que, agora, estamos nos dando conta. Uma natureza abundante, dentro e fora de nós, está aqui para nos curar e nos elevar. Em uma fatia de pão, está presente esta natureza abundante e pródiga. Como em tudo que fazemos com amor.
Tanta emoção eu traduzi na Trança de Chocolate. Nessa doçura de pão está presente a canela em pó, chocolate em pó, manteiga, chocolate meio amargo picado e chocolate branco. Pão com cara de casa da tia, da casa da madrinha. Pão de fechar os olhos em cada fatia mordida… hummm!
Pão da mulher. setembro 8, 2008
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Alguma coisa muito importante aconteceu comigo após fazer o Pão do Renascimento, no meu aniversário.
Ganhei um livro de presente de aniversário de uma pessoa por quem tenho o maior carinho e respeito e que está me proporcionando um novo olhar sobre as mesmas coisas. E isso está se refletindo nos pães. Estou tendo novas idéias no espaço criativo de minha cozinha.
O primeiro livro recebido me deu os insights iniciais. Entusiasmada com a energia que recebi, fui a sebos procurar mais e mais das histórias de vida dessa autora, que resgata, de modo simples e natural, o ato de cozinhar. Tudo que ela escreve tem a ver com a idéia e conceito do nosso O Pão Nosso de Cada Dia!
Uma literatura que nos lembra de galo cantando, fogão a lenha, mulheres que sabiam usar as ervas com carinho e saúde pra família e as pessoas que conviviam no mesmo habitat. Sensação igual tive quando assisti um filme antigo, que é de uma outra mulher importante na minha vida: “Como Água para Chocolate”. Assistam e entenderão do que estou falando.
Como sincronicidade parece a ordem do dia, trouxe uma novidade, o Pão da Mulher. Foi feito para mulheres acima dos 35 anos, pois, contém isoflavona, farinha de soja, fibra de soja, mel, casca de limão ralada. O recheio leva manteiga, maçã, castanha-do-pará, passas e canela. Os ingredientes falam para a saúde da mulher e para seu corpo.

